Historia da ferrovia em Louveira, ferrovia, em Louveira, Cia. Paulista de Estrada de Ferro, CPEF, Abadia, E F Rio Clarence
www.louveira-sp.com.br c Todos direitos reservados CIA. PAULISTA DE ESTRADA DE FERRO A linha-tronco (km 15,293 SP-2278da Cia. Paulista de Estrada de Ferro teve seu primeiro trecho (Jundiaí-Campinas), aberto em 31/03/1872. A partir daí, foi expandido até a cidade de Rio Claro, em 1876. Com a aquisição da E. F. Rio-Clarense, em 1892, prosseguiu por sua linha, depois de expandi-la para bitola larga, até São Carlos (1922) e Rincão (1928). Com a compra da seção leste da São Paulo-Goiaz (1927), substituiu a bitola estreita por bitola larga por suas linhas, atravessando o rio Mogi-Guaçu até Passagem, e cruzando-o de volta até Bebedouro (1929), chegando finalmente a Colômbia, no rio Grande (1930), onde estacionou.   A foto ao lado é de 1918 do álbum comemorativo dos 50 anos da Cia. Paulista obtida junto ao site: www.estacoesferroviarias.com.br que detem amplo acervo sobre as ferrovias no Brasil, digno de visitas.  Em 1971, a FEPASA passou a controlar a linha. Trens de passageiros trafegaram por ela até março de 2001, nos últimos anos apenas no trecho Campinas-Araraquara.   A ESTAÇÃO: A estação de Louveira foi inaugurada em 1872 com o nome de Capivary e era na época a primeira parada no trecho Jundiaí-Campinas, aberto na mesma data.   O Almanaque da Provincia de São Paulo para 1873 indicava o sr. Jesuino de Oliveira Mendes como chefe de estação e telegrafista da estação. No final de 1870 já tinha o nome atual, provavelmente para não ser confundida com a estação da Ituana, na cidade do mesmo nome. Em 1890, o prédio original foi demolido para dar lugar a um maior, que também pudesse abrigar a plataforma da E. F. Itatibense, estabelecida nesse ano e que se dirigia à cidade de Itatiba, tendo sido construída com a anuência da Companhia Paulista, que chegou a ser a dona da concessão do ramal. O prédio foi inaugurado em 1915, não se sabendo se é a ampliação do antigo edifício ou se um totalmente novo, e o motivo da nova mudança foi a duplicação da linha entre Jundiaí e Campinas. Com a entrega da eletrificação desse mesmo trecho em 1921, foi construída, muito próxima à estação, a subestação "Francisco de Monlevade", área muito bonita hoje tombada pelo patrimônio histórico e utilizada pela Prefeitura Municipal (Secretaria do Meio Ambiente).   Com a retirada da eletrificação em 1999, a subestação foi desativada. Antes disso, em 1953, a E. F. Itatibense, historicamente deficitária, também foi desativada, fechada e seus trilhos, retirados.   Desativada para passageiros no final dos anos 70, a estação de Louveira está em estado razoável de conservação.  A Prefeitura esta elaborando um projeto com base na "Lei Rouanet" de incentivos fiscais, para a revitalização da Estação Ferroviária, da Sub-estação e áreas ao redor.  Parada ABADIA,   Material (texto e foto) mantidos na íntegra em respeito ao trabalho de pesquisa dos organizadores e colaboradores do site www.estacoesferroviarias.com.br:   "HISTORICO DA LINHA: Os primeiros projetos para a E. F. Itatibense datam de 1872, com a linha saindo de Jundiaí, projeto que não vingou. A Cia. Paulista, então, em 1880, decidiu construir um ramal partindo da estação de Louveira, de sua linha-tronco inicialmente com bitola de 76 cm, depois em bitola larga (1,60m) e finalmente em bitola métrica. Finalmente, o curto trecho de somente 21 km e as exigências do Governo Provincial para a concessão levaram a CP a ceder os direitos à Cia. Itatibense, em 1887. Em julho de 1889 abriu-se a linha ao tráfego em caráter provisório, e em 19/11/1890 em termos definitivos. Havia apenas três estações oficiais na linha (Luiz Gonzaga, Tapera Grande e Itatiba), mas também mais algumas paradas que ajudavam a aumentar demais o tempo de percurso da linha, que, em 1944, era de 40 minutos para apenas 20 km. Sempre deficitária, por ser muito curta e ter curvas demais, a pequena ferrovia sobreviveu até 1952, quando, sob protestos da população local, foi fechada definitivamente. A ESTAÇÃO: A parada de Abadia, assim como as de Paraíso, Itapema e Paracatu, eram construções de alvenaria, ao contrário das três estações oficiais da linha, que eram de madeira. Eram também mais novas. A estação, hoje demolida, ficaria hoje às margens da rodovia que liga Louveira a Itatiba, não muito perto do bairro rural de Abadia. (Colaborações de Nilson Rodrigues, Sergio Romano, Lucimara R. Gabuardi e Marcello Tálamo) " . Parada de Abadia, sem data. Foto do livro Café e Ferrovias, de Odilon N. Matos. FERROVIAS
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